29 out 14
casa craft
Tchau lâmpada, oi vaso
por Andrea

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Hoje vamos mostrar um projeto que sempre paquerei mas nunca me aventurei a fazer, o famoso vaso de lâmpada. Tá, confesso que por muito tempo eu tive um certo medo de …. quebrar a lâmpada, hehehe. Então, como podem ver, o bloqueio com lâmpadas estilhaçadas foi superado para a produção deste post, tanto que me apaixonei pelos vasos bulbosos hackeados.

Então bora aproveitar para fazer este projeto agora que muita gente está trocando as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes para economizar energia (confere?). Também cai como uma luva para dar uma utilidade decorativa para suas lâmpadas  velhas/queimadas que seriam descartadas.

Separe suas lâmpadas e a sua caixa de ferramentas, deixe de lado o medo de quebrar lâmpadas e vamos lá…

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Vamos usar: Lâmpada incandescente transparente, alicate, chaves de fenda média e pequena e um par de luvas grossas para proteger as mãos. Use as luvas grossas mesmo, não aquelas fitinhas de lavar a louça pois caso a lâmpada se quebre (toc toc toc) você ficará segura.

Ah, é sempre uma boa ideia forra a mesa com um papel, para protegê-la dos resíduos de vidro.

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Segure o a lâmpada firmemente de cabeça para baixo, como mostra a foto. Começe dobrando uma das laterais do lacre de metal da base, com ajuda do alicate.

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Não é difícil, basta dobrar uma laterais com jeitinho e puxá-la que o lacre sai por inteiro.

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Ao retirar o lacre deve ficar um buraquinho na parte preta da base. Insira a ponta da sua chave de fenda pequena por ele e vá forçando para quebrar toda a área preta.  Hora de aplicar muito mais jeitinho que força! Vá cutucando com cuidado até retirar a parte preta por completo.

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Agora que o orifício da base ficou maior, insira a chave de fenda grande por ele. Com cuidado, quebre a estrutura de vidro que fica por dentro da lâmpada. É hora de aplicar um pouco mais força para conseguir quebrar o vidro interno. Minha dica é fazer uma espécie de alavanca na diagonal  com a chave até quebrá-lo.

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Quebrada a estrutura interna de vidro, retire os cacos pelo orifício da base, virando o bulbo. Se sobrar algum filamento ou haste de metal, retire-os com ajuda da chave de fenda.  O interior do bulbo deve ficar completamente vazio.

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Se por acaso amassar um pouco parte de metal da base, use o alicate para endireitá-la.

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Extra! Quer hackear um cabide para fazer um suporte para o seu vaso? É simples. Providencie um cabide de metal – como aqueles que ganhamos na lavanderia.

Primeiro abra o cabide e retire o plástico protetor. Corte um fio reto de  60 cm e marque  com uma caneta 5 X 12 cm.  Com ajuda do alicate, faça três dobras para formar o triângulo, uma para a haste e o que sobrar dobre formando o gancho do topo, como mostra a foto.

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Molde o suporte de arame para que fique no tamanho exato da rosca do vaso.

Agora é so colocar água….

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… escolher a flor mais bonita…

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…. e montar seu vaso-lâmpada. Saia a caça de objetos que tiver em casa para servir de suporte de mesa para o vaso. Eu aproveitei uma caixinha de madeira que veio embalando com um par de brincos para fazer o meu.

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Que tal ? Aproveite que, nesta época de Primavera, flor bonita por aí é o que não falta.

PS: Uma dica  para as flores durarem mais em vasos é  pingar uma gotinha de detergente ou de esterilizados para frutas na água – mas só uma gotinha. Ou trocar a água todos os dias.

 

 

27 out 14
craft tour
Visita à Mini Makers Faire
por Claudia

Mini Makers Faire

Logo no começo da internet, eu sempre acompanhava dois sites americanos, o Makezine e o Craftzine. Como o próprio nome diz, eram focados em coisas para fazer, técnicas, ideias, projetos. O tempo passou, os dois cresceram e viraram revistas (parênteses: eles deram uma reestruturada e hoje apenas a Make existe, a de crafts acabou morrendo e foi incorporada como seção, tanto do site como da revista). E não só eles cresceram como a comunidade também – foram aparecendo mais pessoas interessadas em criar e fazer. E eles começaram a organizar eventos, feiras, conferências, acampamentos! Eu via as fotos no Flickr e morria de vontade de participar, mas achava que era um universo muito distante.

Eis que agora neste segundo semestre de 2014 vim para San Francisco, nos EUA, e descobri ao acaso que haveria uma Mini Maker Fair aqui perto, na cidade de Oakland. Minha chance, tinha que aproveitar! Não só fui, como registrei o que pude – deixo meu relato aqui no post. Também já aviso para ficar de olho nos sites deles porque o movimento está se espalhando. Vão organizar uma feira em Oslo, Hong Kong, Tóquio. As mini makers, que são eventos de menor porte, estão em várias cidades dos EUA. Enfim, a boa notícia é que não é algo restrito a Nova York e San Francisco.

Bom, vamos à feira. Aconteceu em um domingo, das 10 às 5 da tarde, em uma escola em Oakland, que fica pertinho de San Francisco. O evento era pago (18 dólares antecipado ou 20 na porta) e consegui chegar de metrô. No caminho da estação até o local, conheci uma menina que já tinha ido no evento anterior. Aproveitei e fui perguntando várias coisas para me preparar. E surpresa: mesmo para ela, americana, a versão Mini já era de tirar o fôlego.

Eu resumiria da seguinte forma: a feira é uma mistura de feira de ciências com parque de diversões, uma pitada de laboratório, um punhado de oficinas, um quê de Art Attack, maluquices e invencionices. Ou pensando em personagens… um evento criado por um time de pessoas como o professor Pardal, Daniel Azulay e professor Parapopó, algo assim.

Para ter uma noção do evento, este é o mapa da edição que visitei. Aqui um PDF com detalhes das atrações e palestras.

 

 

Mini Makers Faire

 

Confesso que fiquei um pouco assustada com o tamanho da oferta. Muita coisa legal para ver em pouco tempo! Então me organizei minimamente da seguinte forma: escolhi duas palestras que me interessavam e anotei o horário. Marquei com asterisco as “barracas” que fazia questão de parar por mais tempo. E deixei o resto do tempo livre pra andar aleatoriamente, vendo de tudo um pouco. Até que funcionou :)

O que no mapa eles chamam de “big stuff”, eram instalações, esculturas e montagens artísticas como essas: o Nautilus, um submarino inspirado no de 20.000 léguas submarinas de Julio Verne e o Ursus Redivivus, montado a partir de peças de uma escada rolante desativada.

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O espaço da escola era bem grande, com jardins e muitas áreas abertas. No prédio principal, eles organizaram algumas palestras e outras atividades em salas menores.

Mini Makers Faire

Assisti “The Importance of Junk” e “Getting Started with RaspberryPi”. Na primeira, me senti em casa em um auditório cheio de pessoas interessadas em reaproveitar e transformar, um papo muito bom. Na foto, a palavra ‘FUN’ que aparece no telão foi feita com peças em neón desativadas. A outra palestra era bem mais geek e o palestrante ensinou o básico e os primeiros passos para se trabalhar e inventar com uma placa RaspberryPi, praticamente um mini computador. É que eu ganhei um e preciso de ideias do que fazer, veio na hora certa!

Mini Makers Faire

Do lado de fora, todo tipo de atividade criativa estava rolando. Para quem queria apenas observar (por exemplo, este grupo de música) ou também por a mão na massa. A maioria das atividades eram para crianças e adolescentes, mas os adultos também participavam na boa.

Mini Makers Faire

Uma das coisas que eu achei mais interessante foram as oficinas de costura e de conserto. As pessoas foram avisadas para levar roupas e peças de tecido que gostariam de modificar, customizar e doar – o pessoal do Swap-o-Rama-Rama ajudaria. E também equipamentos eletrônicos que pudessem ser arrumados – o pessoal do Fix It Clinic também estava lá para ajudar. Demais, não?

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As roupas que o pessoal trouxe ficavam em mesas e caixas, organizadas por grupos. Era só pegar o que você via potencial e entrar na salinha da costura. Nem preciso dizer que depois que achei isso, foi difícil de sair… Me encontrei e fiquei um tempão criando, vendo o que os outros faziam, dando pitacos.

Mini Makers Faire

Do lado de fora, uma das atividades mais concorridas era a oficina foguetes! As crianças faziam seus próprios artefatos usando papel e fita crepe, seguindo as instruções dos cartazes. E depois podiam ver seu foguete disparado para o céu neste espaço reservado para lançamentos. Alguns voavam bem alto. E depois as crianças corriam para tentar pegar quando caiam. Uma bagunça muito divertida!

Mini Makers Faire

E em outro extremo, havia muita, mas muita, coisa tecnológica. Impressora 3D aqui já é arroz com feijão. Tinha criança de 8a série imprimindo brinquedo e bolando projetos. Nesta sala, vi robôs, protótipos, programas de computador. As crianças desta nova geração são avançadas que me senti uma tiazona, haha. Mas fiquei muito feliz e orgulhosa, mesmo sem conhecê-las. Eu parava nos stands e eles me explicavam tudo que tinham feito e desenvolvido, muito legal!

Mini Makers Faire

O legal deste evento é fazer. E cada um vai descobrir na prática qual forma se sente melhor para externar sua criatividade, seja tecnológica ou manual. E com projetos simples e fáceis, para todo mundo participar desde os mais novinhos, sem aquele bloqueio de “não está bonito” ou “não sei nem como começar”. Os carrinhos Nerdy Derby pra mim são o melhor exemplo. O objetivo era fazer um carrinho de corrida de madeira. As peças da estrutura estavam organizadas por estações numeradas. Primeiro a base de madeira, depois parafusar as rodas, depois os acessórios, os enfeites. Depois de feito, as crianças subiam nesta estrutura da foto – que era tipo de escorregador com pistas – para soltarem seus carrinhos ladeira abaixo e competir para ver qual deles chegaria mais rápido. Lá em cima, um garoto que fazia o papel de mestre de cerimônias, apresentava as equipes falando no microfone. E logo embaixo, dois juízes ficavam de olho na linha de chegada e anunciavam o vencedor de cada partida. Muito divertido!

Mini Makers Faire

Continuei andando pelo local e ia descobrindo mais atividades. Este era um carro coberto com placas e pecinhas de Lego.

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Outras coisas que tinha por lá mas não fotografei: oficina de solda, estamparia, seed bombs (“bombas” de sementes, uma ideia de guerilla art), robótica, cerâmica, etc.

E se você não ia até a atração, muitas vezes elas vinham até você. Cruzei com essa bike-carro enfeitada com a cara do cachorro voador do filme História sem Fim. E depois com um calhambeque futurístico. Ou seja, imaginação a mil!

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Como era um evento longo, havia também espaço com comidas, food trucks, doces e salgados. E áreas verdes para sentar, descançar e bambolear :)

Mini Makers Faire

E um clássico dos americanos: a barraquinha de limonada! Neste caso, eles vendiam a bebida e também cookies para ajudar a conseguir fundos para uma viagem de classe.

Mini Makers Faire

Fiquei até o final e aproveitei cada minuto. Ao longo do dia, vendo tantas crianças e famílias, fiquei me perguntando qual vai ser o impacto de uma geração criada desta forma, estimulada a criar e inventar, com tantos recursos e também apoio. Gostei da forma como o evento foi organizado e de ver tantas mensagens de inclusão, de que criar é para todos. Muito positivo, foi um domingo especial.

Mini Makers Faire

Ah… e como falei, vale a pena ficar de olho no site da Makezine. Pelo jeito este evento está crescendo e há mini makers sendo organizadas em todos os lugares. Olha lá, dia 8 de novembro em Miami.

Mini Makers Faire

21 out 14
costura
Os problemas mais comuns na costura a máquina
por Andrea

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O post de hoje é dedicado a aqueles que estão dando os primeiros passos no mundo maravilhoso das costurices à máquina!

Imagine a cena. Você chega toda animada com os materiais para um novo projeto, senta na máquina e do nada…. ela se rebela. Não quer te obedecer de jeito nenhum. Trava, embola a linha, faz pontos horríveis. Bate a vontade de chorar, desligar a máquina e ir fazer outra coisa. Nãaaaaao faça isso. Te digo que a maioria dos problemas tem simples solução. Às vezes basta repassar a linha. Outras, respirar fundo e (re)ler o manual (eu sei é chato, eu detesto) para resolver o imbróglio costureiro.

Por isso criei uma lista dos cinco problemas mais comuns, para você conseguir resolver sem ter que abrir o manual. Lembre-se que tudo é uma questão de costume e experiência com a sua nova maquininha. Conforme vocês forem convivendo certeza que irão se tornar amigas. Daquelas íntimas, daquelas que só de ouvir um barulho estranhos outra já sabe na hora qual é o problema.

Mas enquanto esta intimidade não chega eu te dou alguma dicas para melhorar o relacionamento:
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1) Pontos irregulares e linha embolada no verso

Este problema é super comum!  E escreva o que estou dizendo: noventa por cento dos problemas das costureiras novatas são devido a linha mal passada na máquina ou na bobina. Eu mesma no início, sofri muito com a passagem e linha.

Quando o ponto fica embolado no verso do tecido, geralmente o problema está na passagem da linha na parte de cima da máquina.  Para resolver retire a linha e passe novamente desde o retrós, não esquecendo de nenhum ponto de passagem.

 

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2) Pontos irregulares na frente

Quando os pontos ficam irregulares ou embolados na frente geralmente o problema está na passagem da linha ou encaixe da bobina (parte de baixo). Cheque se sua bobina está encaixada corretamente.

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Na minha máquina (bobina com encaixe frontal) a bobina deverá sempre ser colocada na caixa com a linha se desenrolando no sentido horário. A linha fica firme, ao segurar a linha dentro da caixa de bobina ela deve sustentar e não desenrolar. Veja como é a colocação correta na sua máquina.

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3) Pontos irregulares muito soltos ou muito apertados (mas não chegam a embolar)

Para resolver, isso ajuste a tensão do ponto.

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Toda máquina tem um regulador de tensão, na minha fica na parte superior esquerda e tem números de 0 a 9. O número 5 é a tensão padrão e serve para a maioria dos pontos. Mas dependendo do tipo de tecido que estiver costurando e o ponto você pode ter que ajustá-la. Caso queira diminuir a tensão abaixe de 4 a 0. Para aumentar aumente de 6 a 9.  Antes de começar a costurar a peça pra valer teste sempre os pontos e ajuste a tensão num retalhinho extra.

O ponto  com boa tensão é fluído e bem distribuído tanto na frente como atrás. Ele não enruga o tecido.

 

4) Máquina fazendo um barulho estranho ao costurar, falha o ponto e ou emperra

O barulho pode ser causado por vários motivos.

a) Verifique se a sua AGULHA

– Não está torta ou danificada

– Está colocada corretamente no prendedor de agulha

– É de numeração apropriada para o tecido que está costurando

b) Verifique se a sua MÁQUINA ESTÁ LIMPA E LUBRIFICADA

Para limpar e lubrificar a maquina siga os passos a seguir:

 

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– Antes de tudo desligue a máquina e levante a agulha.

– Deite a máquina na mesa e abra o compartimento da bobina. É bem mais fácil!

– Abra as duas travas que seguram a lançadeira

– Retire as duas peças que ficam aí, a lançadeira e sua cobertura

-Com uma escovinha, limpe a lançadeira retirando poeira e restos de linha

-Coloque tudo de volta alinhando com o pino da parte inferios.

-Pingue uma gota de óleo no pino central (use sempre óleo próprio para máquina de costura)

-Feche as duas travas laterais

Ta-dá!

 

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5) Agulha quebrando ou furando demais o tecido

O problema pode ser a própria agulha. Se a agulha está furando demais ou de menos cheque se está usando a agulha certa para o tipo de tecido que está costurando. Recomenda-se trocar de agulha a cada 12 horas de costura ou 6 horas quiltando, para garantir que a ponta esteja afiada. Cheque também se a agulha está devidamente encaixada e presa firmemente no suporte de agulha. Lembre-se que ela deve sempre ficar com a parte chata da haste virada para trás.

 

Espero que estas cinco dicas tenham ajudado as costureiras de primeira viagem. Conforme você for ganhando prática e se acostumando com a máquina vai ficando cada vez mais fácil solucionar probleminha técnicos que venham a acontecer no seu dia a dia costureiro.

Tem mais alguma dica? Conte-me nos comentários, vou adorar saber :).

18 out 14
inspiração
Referência: etiquetas de roupa na Anthropologie
por Claudia

Etiquetas favoritas

A Anthropologie é uma loja feminina de roupas e também de coisas para casa que tem nos EUA, Inglaterra e também na internet.

Não vou mentir pra vocês, é uma loja cara! Mas se tiver uma por perto, vale a pena entrar para conhecer e ver o que eles têm por lá. Sempre muito inspirador. Como diz um amigo, é um lugar para fazer “window shopping”, olhar e não necessariamente comprar.

Para entender melhor o espírito da loja, vale clicar nos dois posts que já escrevemos sobre o assunto em 2009 e 2011.

“Mas vale um terceiro post?”, vocês podem estar se perguntando. Digo que sim! Porque desta vez estive na loja de San Francisco com a missão específica de fotografar as etiquetas das roupas. Sendo uma loja multimarcas, achei muita coisa legal e diferente.

Detalhes tão legais a ponto de dar vontade de comprar a roupa só por causa da etiqueta – esta do envelope de carta me pegou em cheio!

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Vocês vão reparar que muitas das roupas são feitas na China, claro. O país é o primeiro no mundo em manufatura têxtil, seguido pela Índia. Acho difícil mudar isso. E não conheço a loja para julgar como contratam fornecedores e etc. Mas acho que usar etiquetas diferenciadas e muito bem trabalhadas ajuda a tirar um pouco o foco deste assunto.

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Etiquetas são itens promocionais e ajudam no marketing e comunicação do produto. Muitos dos exemplos aqui tem apliques de pespontos, costuras à màquina em pontos diferentes e coloridos, fontes de máquina de escrever, ilustrações fofas – quase beirando uma produção mais artesanal. Vê-se que investiram em design, está tudo muito bem pensado.

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Os materiais usados na confecção de etiquetas (base, tecido, impressão, aplique) eram diferenciados, alguns nunca vi no Brasil. De novo, parece ser uma área que está em constante desenvolvimento e em busca de novidades para chamar a atenção na loja e diferenciar as marcas. Gostei de muita coisa, principalmente 1) quando a etiqueta é costurada em uma base estampada que combina com o tecido 2) quando são costuradas com linha colorida e 3) quando tem um pingentinho de metal :) Ou seja, detalhezinhos que fazem diferença!

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A loja segue este estilo de “os detalhes fazem a diferença”. Tirei mais algumas fotos que não são de etiquetas, mas revelam mais um pouco desta mentalidade.

1. tag em papel com foto antiguinha para pendurar brincos e colares
2. colar de penas “manchado” com tinta dourada
3. bolso interno de calça jeans com tecido fofo
4. tag em papel para botão adicional
5. cinto de couro com poás (adorei e dá para copiar, vou fazer em casa!)
6. fita listrada nas costuras internas da jaqueta jeans
7. botão diferentão na calça estampada
8. costura zigzag com linha pink na camisa fina (e botão costurado com cor diferente)
9. echarpe de bolinhas irregulares, feitas com tinta prateada

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Último detalhe, o “organizador de fila” que estava perto do caixa era feito com tranças de tecidos variados. Pirei! Quero fazer algo parecido para minha casa. Não para organizar filas, haha, mas com alguma outra finalidade. Ficou muito bonito.

Etiquetas favoritas

 

Fico feliz que tenha conseguido tirar todas essas fotos sem nenhum problema, aproveitem as ideias e inspirações!

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