Esse ano, além do tradicional almoço de Dia das Mães, a gente quis preparar uma surpresa diferente. Pegamos carona na data para mostrar e contar um pouco quem são nossas mães, nossas primeiras professoras nesse mundo craft :-) Uma singela homenagem as duas.

Maria, a mãe da Andrea:

fotomae

Eu sempre conto como foi que eu costurei sozinha pela primeira vez. Foi na máquina PFAFF da minha mãe, quando eu tinha lá os meus 5 anos. Lembro como se fosse ontem o dia que, num espírito Linus Van Pelt, sentei na máquina e costurei todas as bordas do meu cobertor de estimação. Me senti super poderosa ! Isso resume bem o quanto a minha mãe foi importante para que eu não tivesse medo de meter as caras e fazer coisas com as minhas próprias mãos. E não foi só na costura não. Se eu cismasse que queria bordar ou fazer crochê, era só pedir pra minha mãe que ela comprava todos os materiais. Na cozinha, eu era obcecada por bolos. Mas nove entre 10 bolos que eu fazia ficavam ruins. Mesmo assim ela deixava eu fazer o décimo-primeiro. E assim foi e é até hoje. Minha mãe me estimula a topar qualquer parada criativa. Ela foi profissional do ramo da moda por 35 anos, então tem aquele olhar implacável quando alguma costura está torta ou com modelagem errada. E eu herdei este perfeccionismo, ainda bem. Mas é claro que a gente é diferente em algumas coisas. Eu gosto de tricô e crochê, e minha mãe não tem muita paciência com lãs e linhas não. O negócio dela é mesmo modelagem e costura. Hoje em dia, minha mãe começou a se lançar no mundo dos crafts2.0 e sempre que tem tempo vai navegar na Internet. Começou com emails e perfil no Orkut. Depois foi o Google. Agora ela quer um notebook. O próximo passo será….. abrir um blog de crafts ???

Ah, e é claro que ela lê o Superziper todos os dias.

Mãe, sou a sua maior fã, olha aqui a sua surpresa do Dia das Mães!

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Lidia, a mãe da Cláudia:

costurando-em-casa

Apresento a vocês minha mãe Lidia, a primeira entusiasta do estilo faça-você-mesmo que eu conheci. Apesar de ter uma queda pela costura, ela gosta de inventar e colocar seu capricho em qualquer projeto, não importa a técnica. Fez sozinha a decoração da festinha de um ano – os brindes vinham em copinhos de refrigerante de papel, enfeitados com papel de bala de côco nas bordas. Fazia penteados estilosos no meu cabelo, com tranças, laços e fivelinhas. Costurou fantasias sob medida, atendendo meus pedidos de menina – fui bailarina, fada e chinesinha. Na cozinha, inventava as melhores sobremesas e bolos de chocolate invejáveis – aliás, todas as crianças sempre queriam almoçar em casa depois da escola. Pintou meus móveis de rosa, costurou um edredom, cortinas, fez almofadas, em uma época onde isso não era nada comum. Fui crescendo e aprendendo por observação. Puxei dela esse prazer pelas idéias e por fazer coisas com as mãos. Hoje, quando visito armarinhos, trago pacotinhos com botões e fitas diferentes pras ela – suas customizações de roupas são sempre muito elogiadas. A gente é muito parecida :-)

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Também no Superziper: Mães em ação… Vejam este prático aparador para plantas, um móvel feito a quatro mãos pela Cláudia e por sua mãe.

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