27 ago 14
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Faça você mesmo: Um casamento craft
por Andrea

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Por Tê Pires, blogueira convidada

Casar ainda é um sonho de muita gente… Com a gente foi meio diferente, e rápido! Nos conhecemos “velhos” e certos do que sentíamos. Morávamos junto há um ano quando decidimos casar no papel e usar alianças! Casamos em cartório, numa tarde de uma segunda-feira de abril aqui na nossa cidade, Brasília. E para que a decisão não passasse em branco, comemoramos logo depois, à noite. Foi um casamento para apenas 40 convidados, os queridos que mais conviviam com a gente, afinal, “a felicidade só é verdadeira se for compartilhada”.

Já tínhamos pés (e mãos) no mundo craft. Eu, designer, artesã, encadernadora, bordadeira e costureira amo criar fofuras com minhas mãos. Ele, analista de sistemas, mas amante das artes. Nada mais natural do que criar nós mesmos a nossa festa de casamento! :) E assim foi!

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Bem-vindos

Como palco para a celebração escolhemos um restaurante de Brasília super charmoso e que gostamos muito de ir, o Cantucci. Nosso casamento seria um “Mini-Weddings” – só depois descobrimos que o formato pequeno e inimista tinha este nome! Reservaram um espaço pra gente, mesas, iluminação. Para deixar a festa descontraída fizemos uma espécie de cartinha de boas-vindas, agradecendo a presença e explicando as opções de bebidas e comidas.

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Muitos pompons

Tudo começou com a paleta de cores. Como estávamos muito felizes e iluminados com o momento, optamos por tons de amarelo! Fizemos tudo com amarelo, branco e bege. Como materiais usamos papel, fita de cetim, pom-pom e botão. Neste ponto as coisas ainda não tinham forma, mas tinham muita imaginação.
Compramos novelos de lã nos tons escolhidos e começamos a fazer pompons de vários tamanhos, ainda muito sem saber como usar. Para facilitar comprei uma ferramenta que ajuda a fazer, o “Faz Pompom” da We Care About. E comecei a fazer sozinha.Fui aí que o Jorge descobriu que usava a ferramenta de forma errada! Foi a “descoberta” e a partir deste dia ele virou o expert em pompons!

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Buquê de botões

Mas eu tinha que ter um buquê de botões. Fui fazendo na intuição, sem muito método, porque não achei nenhum passo-a-passo muito bom. Fiz assim: usei arame de artesanato mesmo, maleável para unir os botões como queria, aleatoriamente, e fiz cada “flor de botão” individual. Depois de vários prontos fui unindo flor por flor pelos arames. Não consegui deixar os botões alinhados, não ficou um buquê perfeitinho, mas amei o resultado! Para o acabamento da parte que segura, usei fita de cetim. O mais legal, ao meu ver, é a variedade dos botões quando estão todos juntos no buquê. Tem botão de tudo quanto é tipo e tamanho. Amo isso! Mas deixo um aviso: fazer um buquê de botão É CARO! Botões são bem carinhos. É um projeto que exige paciência e tempo.

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Lapela do Noivo

Ainda falando em botões, para meu noivo combinar comigo, nossa madrinha fez uma flor de lapela, com botões nos mesmos tons do buquê. E ficou super charmoso no blaser que escolhemos para ele usar no dia do casamento!

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O móbile

Para a  decoração, juntei em móbiles muitos pompons e móbiles de coração. Os corações foram cortados com furadores de scrapbooking . Também penduramos fitas de cetim criando uma parede de móbiles que ficaria atrás da mesa de bolo. Os dois maiores desafios desse móbile que inventamos: 1) transportá-lo de casa para o restaurante: tivemos que enrolar um por um de forma que não se enroscassem e embalá-los individualmente; 2) Montar em uma área externa, onde venta, de forma que não se enroscassem.  Tivemos que montar na hora, um por um, e em baixo amarrar um fio de nylon até o chão para evitar que se mexessem muito. Mas ufa! Deu tudo certo e ficou lindooo de viver!

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A lustração alí a direita na mesa foi feita pela ilustradora Luda Lima. Ela ilustra lindamente com aquarela. O Jorge encomendou com ela uma ilustração nossa nossa e me deu de presente quatro dias antes no meu aniversário. Chorei de emoção! Fizemos uma “cópia” da original e levamos para estar lá no dia com a gente também. Era um item muito especial!

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A mesa

A mesa toda foi arrumada pela nossa amiga Ludmila que faz doces maravilhosos que “adoçaram” nossa festa! Tinha brigadeiro de paçoca, delícia de banana, Romeu e Julieta, tortinha de limão e o maravilhoso bolo de cenoura com cobertura de chocolate! Simples e maravilhoso! O naked cake mais gostoso e lindo que já comemos em nossa vida!

E repararam, né? Tudo conceitual, até o bolo tinha que ser amarelo!

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Enfeite para o bolo

Para o bolo ficar ainda mais charmoso fizemos bandeirinhas de papel mesmo com os dizeres  “Tê e Jorge” “Amo tu”. Fiz a arte das bandeirinhas no Corel, imprimi, recortei e colei na linha e depois arrumei nos palitos com o pom-pom colado nas pontas. Só no dia saberia como iria ficar e mais uma vez, deu super certo!

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Enfeites de mesa

Para os enfeites usamos uns potes de vidro comum mesmo, desses de loja de 1,99. Mas deixamos ele lindos com papéis rendados, corações e uma linha encerada enrolando o potinho e dando um laço. A ideia era ser os potes das “flores” de pompons no centro das mesas. Catamos gravetos secos naturais em uma visita a Pirenópolis – GO, uma cidadezinha que amamos ir e pronto! Aí foi só colar os pom-pons nos gravetos e selecioná-los para cada pote! Para segurar os gravetos nos potes usamos bastante sal grosso – diquinha boa, bonita e barata e que ainda tira mal olhado! Alguns convidados levaram os enfeites para casa e lá estão emanando amor até hoje.

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Alianças

Nossas alianças foram também feitas à mão, pela pela designer de joias Flávia Fagundes. Contamos a ela nossa história, como nos conhecemos, nossos sentimentos e certezas – ou não – e ela criou uma aliança inspirada por nosso primeiro passeio juntos foi de bicicleta. Ela desenhou a aliança com o conceito das duas rodas que se encontraram. Lindas! E para elas ficarem bem guardadinhas até a hora do “SIM”, usamos um porta alianças de tecido em formato de coração.

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Minha mãe fez esses corações de tecido para serem jogados para as convidadas. Afinal, ninguém imaginou que eu iria jogar o buquê de botões, né? Além de ser pesado, eu não teria como me desapegar dele. Foi então que tive a ideia de fazer vários corações fofos e pedi para mamãe costurá-los! Claro que ela incrementou a ideia e colocou ainda essas alianças em cada coração. Assim, todas convidadas puderam ganhar um coração. Afinal, amor é de graça e quanto mais melhor.

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Lembrancinhas

E você acha que acabou? Não!!! A última coisa que fizemos foram as lembrancinhas! Queríamos algo útil e que tivesse a ver com a gente então decidimos fazer um calendário de um ano. Eu fiz a diagramação e juntos, escolhemos as frases que acompanhariam cada mês, para trazer boas energias e amor. E, sugestões de algo diferente para fazer, como por exemplo: neste mês, faça um picnic no parque; ou neste mês leia um livro infantil; ou ainda, não podia faltar; neste mês ande todos os dias de bicicleta.

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Uma coisa eu garanto a vocês: uma celebração  feita pelos noivos, amigos e familiares, tem é muito mais gostoso e pessoal. O casamento fica rico, cheio de detalhes e principalmente, tudo com a carinha de quem fez. Claro que em festas grandes fica bem mais complicado, mas se sua festa for um “mini-wedding” como o nosso, super incentivo você a fazer pelo menos alguns detalhes que fazem toda a diferença!
Deixo aqui o meu muito obrigada a toda a equipe do Cantucci, que foi maravilhosa! Aos amigos que ajudaram, a mamãe e a cunhada/madrinha/fotógrafa/cordelista mais linda, Mari! A amiga Lud em especial, pelos doces e bolo maravilhoso.

Ao meu amor, que me inspira e que faz com que juntos, sejamos cada um, melhor! Amo tu, Jorge!

Texto: Tê Pires
Fotos: Mariana Leal Fotografia
Restaurante, comidas e bebidas: Cantucci
Doces artesanais: Senhor Doce!
Peças da mesa alugadas: Mabbela
Designer de Joias: alianças: Flávia Fagundes
Ilustração: Luda Lima

28 mai 14
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Cadê meu pacote?
por Andrea

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Por Marcela Catunda, blogueira convidada.

Pluralizando minha angústia, onde estarão meus pacotes? Sim. Porque um foi e o outro simplesmente não chegou.
Onde andarão? Como estarão? Quanto custarão?
A encomenda lá perdida e eu … (pausa pra rima pobre)
Nem sei o que é pior, se é esperar por um pacote que não vem nunca ou enviar um pacote que nunca chega. É como ter que escolher entre a cruz e a espada.

De lá pra cá
Será que vai chegar esse ano ou em 2025? É meu dilema pergunta antes de clicar em finalizar quando o pedido é internacional. Haja imposto, haja dólar, haja expectativa. Se a encomenda vier do outro lado do continente então… É preciso estar com o eletrocardiograma em dia.
Meu status? Aguardando há quatro meses uma encomenda. (se sentindo fula da vida) – seguro mais uma vez a pobre rima pobre. Dessa vez quase que me escapa.

De cá pra lá
E enquanto encaro a senha 319 para postar uma encomenda, vou vibrando e desejando que ela chegue bonitinha a seu destinatário. É tudo que eu peço. E por garantia, me asseguro e taco o seguro.

– Por que demora tanto? Será que vai chegar em tempo? – pergunta a paciente cliente.
– Gostaria de poder responder. Com eu gostaria! – respondo sem resposta.

Mas esperar o que será meu é prejuízo lado de cá. Eu me viro, falo em terapia, xingo, exorcizo comendo um Charge, dois… O problema é quando a encomenda vai. Explicar que ela já foi e que de nossa parte foi em tempo, passar o número de rastreio e mais noventa e sete vezes no site dos Correios pra digitar o tal número e sossegar apenas quando a cliente disser “chegou”. Mesmo que esse chegou não seja seguido de mais nada, nem de um boa noite. A culpa da demora não é nossa, mas mesmo sem querer vai pro nosso pacote. E por falar em pacote…

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– Deu trinta e cinco reais – diz a moça pesando minha caixinha.
– Dá pra pesar minha preocupação? Não, esquece! Melhor não pesar senão vou ter que vender o carro parado ali no estacionamento do outro lado da rua que já começa com a bandeirada de 12 paus. Soma o seguro e me segura, por favor…

Cara, você já tentou estacionar na porta de um posto dos Correios? Em percentuais, acho que deve ser mais fácil ganhar sozinha na Mega da Virada. Certeza que é.
Tá somando?

Fora a preocupação que não tem preço.
É porque a gente despacha a encomenda pra Minas sabendo que ela pode chegar no Acre ou com sorte em Goiás, que pelo menos faz fronteira com o destino de origem.
Ok! Ok! Ok! Nem sempre é assim. Tem encomenda que a gente mal posta e já chega. Mas existe um Triângulo das Bermudas de Caixas Perdidas que a cada envio eu torço para não cair nem ser jogada.

A gente vai aprendendo a lidar com isso, mas não devia ser assim. A gente devia poder relaxar a cada envio, pegar o carro de volta pra casa escutando Dentro do Coração do Rádio Taxi e pensando tranquilamente no que fazer pro jantar e claro, para a sobremesa :D
E aí, qual o seus status?

Texto e fotos de Marcela Catunda, blogueira convidada.

30 abr 14
blogueira convidadacasa craftoutras técnicas
DIY: Cachepô de papietagem
por Andrea

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Projeto e fotos por Alice Mantellato, blogueira convidada

Olá, meu nome é Alice Mantellatto, tenho 27 anos, sou artista plástica e arte educadora. Gosto de muitas coisas, mas as preferidas são abraçar minha gata Amélie e essa época do ano, quando o outono chega e tudo parece mais leve. Preparo um chá bem quentinho e aproveito a vida, sendo feliz com a simplicidade.

Divido meu tempo entre o trabalho com papel machê e aulas de Artes para crianças do 2º ao 5º ano, além dos afazeres domésticos, lazer e estudos. É um desafio a cada dia, mas quando vejo os resultados aparecendo, mesmo que em passos de formiguinha, meu coração se acalma.

Desde que descobri o papel machê, nunca mais parei de criar. É uma técnica versátil, acessível e apaixonante. Parece mágica quando pedaços de papel misturados em cola se transformam em peças coloridas e delicadas.

Fiquei super feliz quando a Andrea me convidou para elaborar uma peça de papel machê que seria o complemento do presente para o Dia das Mães. Pensei em algo simples e que pudesse fazer parte do dia a dia da mãe, decorando o cantinho preferido dela. Juntei o papel machê com flores e o resultado foi esse cachepô de papietagem!

Ficou com vontade de fazer um pra sua mãe? Vamos lá que eu te ensino, é bem fácil!

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Cachepô de papietagem

Você vai precisar de:
– Vaso de plástico
– Cola branca
– Papel manilha
– Jornal
– Pincel
– Tinta plástica (látex PVA) branca e colorida
– Guardanapo estampado
– Fita decorativa (opcional)
– Verniz acrílico
– Vaso com flor (para colocar dentro do cachepô)
– CMC (Carboximetilcelulose de sódio/ goma CMC), usada como espessante para modelagem de pasta americana.

Como fazer:

Primeiro, dilua a cola branca em um pouco de água. Pique o papel manilha em tiras de aproximadamente 5 cm. Com o pincel, passe a cola em cada tira e em seguida, cole uma por uma no vaso, incluindo a parte interna. Não deixe nenhum espaço sobrando entre as tiras.

papietagem

Depois que a primeira camada secar, cole a segunda camada,  dessa vez usando tiras de jornal. Por que usar dois tipos de papel? Quando intercalamos os tipos de papel na papietagem, conseguimos identificar as falhas com facilidade.

Quando você for colar a segunda camada de tiras de papel, utilize o CMC, que é facilmente encontrado em lojas de artigos para festas. Ele é um pozinho que misturado à água, vira uma espécie de cola em gel. Costumo usar o CMC para fazer a papietagem, pois além de render mais, não deixa as mãos “grudando”.

Por que usar dois tipos de cola? Na primeira camada, usamos a cola branca porque ela tem uma maior aderência ao plástico. Se usássemos o CMC, perderíamos o trabalho, pois depois de seco, o papel se descola facilmente do plástico do vaso.

cachepô em branco
Após aplicar duas camadas de papietagem, passe duas demãos de tinta branca no vaso.

Pinte a parte interna do vaso, com tinta da cor de sua preferência.

guardanapo

Em seguida, retire as duas “películas” de papel branco do guardanapo estampado, pique em pedaços médios e inicia a papietagem, que nesse caso, funcionará como uma decoupage.

cmc e decoupage

Utilize o CMC e um pincel. Cuidado para não colocar muita força no pincel, pois o guardanapo rasga com facilidade.
Pinte a parte de baixo do vaso com a cor de sua preferência.

Para proteger o cahepô, passe duas camadas de verniz acrílico por cima de tudo.

Se quiser dar um toque de fofura final, cole uma fita decorativa entre a decoupage e a pintura, para separar as duas área e dar acabamento.

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O cachepô pronto ficou assim. Pode ser usado sozinho como porta ‘coisas’ ou como suporte para uma plantinha.

Espero que tenham gostado da sugestão do presente! Convido você a dar uma passadinha no meu blog e conhecer um pouco mais do meu trabalho. Vou ficar muito feliz com a sua visita!

Beijos,

Alice Mantellatto

27 mar 14
blogueira convidadaoutras técnicastricô e crochê
Coelho de tricô mágico
por Andrea

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Olá, aqui é a Lívia da Coelhoshow e do Tudo Simples. Com Abril se aproximando  é hora de apresentar o meu já tradicional PAP de Páscoa aqui no Superziper. Eu explico. Meus avós criavam coelhos e galinhas no quintal e foi aí que tudo começou. Quando cursava Artes Plásticas criei um fanzine sobre um coelho, suas aventuras e paixões (um alter-ego?), cujo título era Coelhoshow. Por estas e outras, que algumas de vocês já sabem, coelhos são a minha paixão e especialidade. Explicações dadas, vamos voltar para o projeto craft de Páscoa.

Eu sempre fiquei babando nos amigurumis feitos de crochê e tricô mas, entre as minhas habilidades craft, essas técnicas não são nada avançadas. Sei subir carreiras  de cordões tricô. E só.

Por isso fiz este coelho pink pensando em você que é como eu, iniciante nas agulhas mas gosta de coisas fofas. Ao invés de tirar um coelho da cartola vamos tirá-lo de um quadrado de tricô. Eu mostro como.

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Você só precisa tricotar um quadrado, do tamanho que quiser. Fiz o meu com 20 cm e o resultado foi um coelho e 13 cm. Minha dica é evitar pontos muito largos para a trama ficar mais fechada e coelho não molenga demais.

Com linha de bordado da mesma cor da lã, alinhave um triângulo, como o pontilhado. Quando terminar, puxe a linha e… Surpresa! A cabeça e orelhas vão aparecer. É quase uma mágica ;). 

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Coloque fibra siliconada dentro da cabeça até ficar fofinha arredondada.

Coloque fibra no corpinho e para fechar, use a linha de bordado pespontando as costas do coelho. Coloque mais fibra, se necessário e alinhave em volta da abertura, para fechar. Puxe a linha para fechar e dar forma ao corpo. Seu coelho já está quase pronto, vamos aos toques finais.

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Para dar uma carrinha ao coelho, utilize botões e olhinhos de plástico. Pontos de bordado também fica bem legal. Não esqueça de colocar um pompom bem redondinho como rabo.

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Coelhos se reproduzem super rápido. Se pegar o embalo, aproveita para fazer uma ninhada inteira para presentear na Páscoa. Nem todo mundo curte ou pode comer chocolate então,  um pressentindo craft é sempre super bem vindo como alternativa de presente.

Gostaram?  Vamos papear por aqui ou então façam uma visitinha no meu blog.

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