24 maio 16
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Garimpando tecidos no Brás
por Andrea

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Brás, ah o Brás….Paraíso dos tecidos e aviamentos baratos. Eu mesma relutei um pouco em ir até lá mas de tanto ouvir falar criei coragem, coloquei um tênis, mochila nas costas e lá fui eu. Não posso dizer que domino totalmente a região mas após algumas idas vou me arriscar a dar algumas dicas para quem estiver com vontade, principalmente quem não é de São Paulo, conseguir  otimizar a visita – claro que dicas complementares de leitoras ‘Brás experts’ serão muito bem vindas.

Bom, primeiro, o que se pode esperar encontrar por lá em matéria de tecido? Muita opção de material para roupa e um pouco para decoração. Acha-se muita malha, jersey, viscose, viscolycra, suplex, chamois sintéticos, brin, veludo, tecidos para roupa de ginástica, de festa, lingerie…. Tá bom ? E ainda, softs, atoalhados, aviamentos em geral e mais. Em geral as lojas são simples, meio caóticas até. Então a palavra para se ter na cabeça antes de ir ao Brás é GARIMPO. Tem que ir com tempo, andar, entrar, olhar, olhar e olhar. Nem tudo é lindo ou de boa qualidade e mas se tiver paciência e souber procurar bem, certeza que voltará de lá com muitos tesouros e com aquela sensação boa de ter feito um bom negócio.

Dá para passar horas e horas andando pela região, sem destino, apenas procurando garimpos. Mas, o bairro é grande, o tempo é curto e as pernas cansam! Saiba que as lojas de tecido ficam em um ponto bem específico do Bairro. Sendo bem objetiva, as ruas que eu mais gosto de percorrer em busca de tecidos são: Rua Joli, Rua Almirante Barroso e Rua Sampson. Então anota aí, é neste pedacinho do Brás que você deve ir. Vou falar de cada uma delas, com muitas fotos!

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Rua Joli

A Joli é longa portanto, se não quiser perder muito tempo, comece a percorrê-la a partir do quarteirão que cruza a Rua Almirante Barroso. Antes disso, na própria Joli, você vai encontrar muitas e muitas lojas de aviamentos. Mas, a partir do cruzamento com a Almirante (tirei a foto acima, pra não ter erro ;)), começam  a pipocar as lojas de tecido, uma atrás da outra. Não vou colocar nomes específicos, o melhor é ir andando e olhando uma a uma, para garimpar. Muitos dos tecidos se repetem nas lojas.

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Na Rua Joli, a grande maioria das lojas é relativamente organizada (no estilo das lojas de tecido do Bom Retiro) e logo na entrada você verá rolos enormes de tecidos expostos – estes da foto são de Ponto Roma e estavam a R$ 35,00 o kilo – já usei para fazer vestido de inverno, fica bem legal, mais para pesado. Estas lojas da Joli são mais ‘chiques’, a maioria vendem tecido por metro ou  mínimo de 1 quilo por rolo. Considerando que o kilo, dependendo do tecido, terá mais ou menos 3 metros, nem sempre vale a pela comprar tanto tecido. Eu, por exemplo, queria  pedaços menores de tecidos variados para fazer tops e blusas, então não achei nada que valesse muito a pena nestas lojas. De repente vale a pena ir com uma amiga e dividir o quilo do tecido que ambas gostarem.

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Neste quarteirão da Joli com a Almirante você vai encontrara a Nara Aviamentos, uma loja bem bem completa (tirei as duas fotos acima lá), lotada de fitas, linhas renda, botões, ziperes e cordões.  Dá para fazer a festa pois a variedade é bem grande. A porta é meio estreita mas ao entrar verá que é enorme por dentro, com muitas e muitas caixinhas e gavetinhas para todo lado. Vale a pena ir ao Brás para comprar aviamentos e insumos básicos em quantidade é bem mais em conta que a 25.


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Rua Almirante Barroso

Depois de andar da Rua Joli sugiro voltar pela outra calçada e entrar na Rua Almirante Barroso a maioria das lojas tem esta cara. Achei muita malha e moleton por kilo nesta rua. Aqui começam as lojas que vendem retalhos de confecção por quilo, coisa que não achei na Rua Joli.

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Uma loja que me chamou bastante atenção pelas estampas diferenciadas para roupas  foi a Maria Chiffon que fica no número 267. Logo na porta vi uns jeans chambrays estampados bem bacanas. Mas é lá dentro que achei os tecidos mais legais os chiffons!

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E muitos, mas muitos chiffons de poliésters (fininho mas sem transparência). As estampinhas eram lindas e estava por R$ 16,90 o metro. Achei bem digno o chiffon sintético por este preço! Não sei como é a qualidade deste tecido depois de lavado, aparentemente me pareceu bem ok. Mil estampas estampas  fofas para vestidos e blusinhas, bem difícil escolher.

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Achei esta loja é bem diferente das outras da rua, tanto que foi a única que anotei o nome e o endereço. Vale a pena entrar e conhecer.

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Conforme você vai percorrendo a Almirante e se afastando da Joli as lojas começam a ficar mais simples e muitas delas nem têm placa com nome. São as famosas lojas que vendem sobras de tecido de confecções  por quilo. Os retalhos por quilo ficam geralmente amontoados em pilhas na entrada e dentro da loja. Aí, não tem jeito, é arregaçar as mangas e acionar o olho clínico. Se gostar de algo abra e cheque com atenção se o tecido está uniforme, sem manchas, buracos e marcas de cola. Eu consegui comprar mais de 2 metros de tecido atoalhado largo 60% algodão por R$ 10,00. Achei malhas legais a R$ 7,00.

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Em algumas lojas você vai encontrar zíperes, fitas e elásticos que vieram de confecções. Em caixas assim, no meio da bagunça e do bololô, em tamanhos e cores variadas a R$ 0,20. É só arregaçar as mangas e separar os zíperes usáveis que você quer levar.

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Você vai encontrar várias lojas com estes tecidos já cortados assim jogados no meio de um bololô. Se estiver no pique, faça uma escavação. Tendo sorte pode sair aí no meio sai algo BBB – bom, bonito e barato.

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Rua Sampson

Esta é legal para fazer aquele garimpão. Fica paralela a Rua Almirante Barroso e tem muitas portas sem nome, com muitos retalhos por quilo. Não espere nada organizado, aqui é tudo caótico.  Esta porta sem placa, numero 179,  é a minha loja preferida – é de lá a foto que abre o post, com os rolos de tecidos amarelos.


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Mal consegui entrar na loja, heheh. As laterais estavam bem arrumadinhas o corredor do meio estava cheio de pilhas de tecido amontoado. Mesmo assim achei muita malha e moletom de cores legais, boa qualidade e bem baratinhos. É só achar os retalhos e levar para pesar!

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Esta loja no número 84 também era bem interessante mas vai ficar para uma próxima visita.

Nem sempre a loja terá as mesmas coisas, a oferta de tecidos depende muito dos restos que recebem das confecções. Então, dependendo do dia, uma visita pode render muitos garimpos legais e outras menos. Vale a pena tentar a sorte, vai que… né ?


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Este foi o resultado do meu garimpo. Um atoalhado cru, bem macio 60% algodão, e malhas de espessuras diversa mistas de viscose. Vão virar blusas pra mim e baby leggings. Aproveitei ainda para comprar este rolão de elástico grosso a R$ 3,00 e zíperes a R$ 0,20! No total gastei R$ 40,00. Nada mal, heim?

Em tempos de crise e consumo consciente, a minha recomendação é ir para o Brás com uma lista escrita dos tecidos e aviamentos que realmente precisa. A tentação de fazer a louca dos tecidos baratos e comprar um monte de ‘extras’ por impulso é enorme. Quem vai atrás de tecido para fazer roupas também deve pesquisar antes e saber as opções possíveis para não levar comprar o tecido errado (tem coisa pior?). E não adianta levar tecido apenas pelo preço. Se for costurar uma roupa, vale pena investir em um tecido de boa qualidade para a peça durar bastante.

Eu já  fiz a lição de casa antes e sei as peças de roupa quero fazer com cada um dos tecidos que comprei. Conforme for produzindo os modelitos vou mostrando aqui e no instagram ;).

E assim terminam as dicas do Brás. Quem tiver mais  pitacos sobre a região (shopping de tecidos, alguém já foi? Recomenda?) deixe comentários, vou adorar ler mais dicas sobre minha nova área favorita – que a 25 de Março não me ouça falando isso :P.

*********

Como chegar lá

De metrô: Descer na Estação Bresser (isso mesmo, não é na estação Brás e sim na Bresser) e andar a pé,  de 15 a 20 minutos até a Rua Joli.

De ônibus: No terminal Parque Dom Pedro, pegue um ônibus que vá até a Celso Garcia, desça na altura do numero 200. De lá caminhe mais 5 minutos.

De carro ou taxi: Estacione na Celso Garcia e vá a pé.

30 nov 15
craft tour
Dorella Tecidos Finos, uma loja de antigamente
por Claudia

Loja de tecidos finos

Um dia desses, andando pela região central de São Paulo, (re)descobri uma loja de tecidos finos na rua do Arouche. Uma placa na porta de retalhos de tecidos em promoção chamou minha atenção e fui conferir.

Os cortes estavam no balcão perto da vitrine. Não eram os tecidos mais disputados e nem os mais atuais, realmente um saldão. Comecei a prestar atenção nos tipos e cores – havia algo de raro por ali! Tecidos que eu não via desde criança. Reparem nas palavras das ourelas: tergal, permapress, Berbari, verão Kenia! Definitivamente lotes e rolos que ficaram no estoque por muitos anos. Então resolvi explorar e fotografar para que vocês pudessem conhecer um pouco mais do local.

Loja de tecidos finos

A Dorella é uma loja de tecidos finos. Panos para fazer vestidos de festa, blusas sociais, para homens e mulheres. Os móveis de madeira provavelmente são os originais da época de ouro da loja. E reparem que ainda oferecem o serviço de estilista, que desenha à lápis criações aliando o melhor do tecido com o caimento para o corpo da cliente. Raridade, faz muito tempo que eu não via isso…

Loja de tecidos finos

Muitas sedas, rendas, tecidos leves, estampados, com muita variedade de cor e detalhes. Fiquei pensando se eu não tinha nenhum grande evento programado para os próximos meses que merecesse um pequeno luxo como esse.

Loja de tecidos finos

Alguns tecidos sinceramente eu nem conhecia a descrição ou composição. Reparem nas sedas. Tem seda pura, seda mista e seda selvagem! Novidade pra mim.

Loja de tecidos finos

Fiquei horas namorando as etiquetas, principalmente esta última, que teve os ícones desenhados por alguém de lá!

Loja de tecidos finos

Na parte de tecidos masculinos, havia muita variedade. A qualidade das lãs e tecidos de inverno era de babar. Fiquei conferindo um por um, namorando a composição: lã virgem, lã inglesa, merino, só coisa chique. E esses lacres?! Ermenegildo Zegna e Booth Brothers não é pouca coisa.

Loja de tecidos finos

Esta loja me lembrou muito a infância, quando acompanhava minha mãe e ficava observando os detalhes, passando a mão nos tecidos, me enrolando nos panos expostos e sonhando com belos vestidos!

Loja de tecidos finos

Até as fitas métricas parecem daquela época…

Loja de tecidos finos

Gostou? Vai lá! Recomendo o passeio. Fica pertinho do metrô República.

Loja de tecidos finos

Dorella Tecidos Finos
Rua do Arouche, 68
São Paulo, SP

14 out 15
craft tour
Visita a um banco de tecidos
por Claudia

Banco de Tecido

Você sabia que existe um banco que ao invés de dinheiro trabalha com tecidos? Este é o conceito inovador da loja ‘Banco de Tecido‘, na Vila Leopoldina, em São Paulo.

Antes de fazer um rolê virtual pelo local, vale a pena entender primeiro o conceito, uma criação de Lu Bueno. Atuando como cenógrafa e figurinista, percebeu que havia pouco reaproveitamento de tecidos bons que eram empregados nas produções – seja como sobras, erros, resíduos, etc. Em geral, viravam descarte. Mas ela viu oportunidade e apostou em um modelo que dá sobrevida aos tecidos parados ou descartados, não apenas em teatros e produções de TV, como até na casa de costureiras comuns.

Mas porque banco? Porque a loja aceita tecidos como depósitos ou pagamentos. Em resumo:
1) clientes podem trazer seus tecidos
2) a loja lava, passa, cuida e seleciona o que entrará no banco
3) o material é pesado e para cada quilo depositado o cliente recebe créditos para ‘sacar’ tecidos do local

(mais detalhes sobre a história da loja e funcionamento do banco aqui)

A loja é pequena, mas vale a visita.

Banco de Tecido

Super bem decorada e cheia de detalhes, enchem os olhos de quem visita. Nada como ter uma dona com experiência em cenografia – ambiente bem pensado, boa disposição e funcionalidade, além de detalhes encantadores :) E sim, além de banco, eles também funcionam como loja, vendendo os tecidos do estoque por quilo, mesmo para quem não trouxer os seus em ‘troca’.

Aqui uma visão geral da loja, que fica em um sobrado reformado e ajeitado na Vila Leopoldina. Para quem não conhece o bairro, fica na área do Ceasa e por lá existem vários galpões de produtoras de filmes publicitários, TV, cinema, etc

Banco de Tecido

A maior parte dos tecidos para ficam estocados em caixas transparentes, mas na estante de madeira há pacotes prontos, com combinações de cores e estampas. Útil para quem faz patchwork. Bom presente também, porque estão como tal!

Banco de Tecido

Os tecidos ficam estocados em caixas plásticas transparentes, separados por cor. Nem preciso contar que xeretei todas as caixas, sempre com a ajuda atenciosa de uma funcionária. O pessoal que trabalha lá entende do assunto e pode ajudar a encontrar o que se busca. Aqui, a seleção de estampados.

Banco de Tecido

Nesta foto, as caixas com cores escuras. E nas araras, as roupas em materiais experimentais e figurinos criados pela dona do local.

Banco de Tecido

Dependendo da época, pode-se encontrar tecidos em rolos e em maior quantidade. O estoque está em constante mutação. Claro, vai depender de quem passou por lá antes de você… Na foto abaixo, os pacotinhos de tecidos que combinam entre si e a caixa de aviamentos, fitas e galões.

Banco de Tecido

Levei vários retalhinhos de cores e tipos diferentes. Depois de escolhidos, a seleção vai para a balança e o preço é calculado. Comprei também uma placa de feltro bem grossa para usar na mesa da cozinha como base para passar roupa. A dica foi da Lu Gastal, que compartilhou o achado quando nos encontramos em um bazar de patchwork no meio deste ano.

Banco de Tecido

A balança fica junto de uma placa de metal. Fixada na parede, serve de revestimento e também segura uma infinidade de acessórios, ferramentas, amostras e informações com ímãs de botões :)

Banco de Tecido

Aqui em detalhe. Réguas, compassos, alfinetes, tesouras, estilete, fita métrica – tudo à mão!

Banco de Tecido

Antes de ir embora, não deixe de admirar os quadros de botões feitos pela Lu.

Banco de Tecido

Estão expostos de forma ‘suspensa’, em molduras artesanais, presos por anzóis. Vale a pena apreciar.

Banco de Tecido

A iniciativa está começando a se espalhar. Além da loja em SP, há uma unidade em Curitiba, em funcionamento desde julho de 2015. Clique aqui para saber mais.

Banco de Tecido
Rua Campo Grande, 504, V. Leopoldina
de 2ª a 6ª das 9:30 às 18h
bancodetecido@lupa.art.br
telefone: 11 4371-3283 (falar com Andressa Burgos ou Lu Bueno)
http://bancodetecido.com.br/
https://instagram.com/bancodetecido/

Banco de Tecido

07 jun 15
craft touroutros bla bla blas
Bastidores de uma produção de luxo
por Claudia

Festival des Métiers

Termina hoje, domingo, dia 8 de junho, uma exposição sensacional na FAAP. “Festival des Métiers” traz para o museu a simulação do ambiente de trabalho de alguns dos artesãos da grife de luxo Hermès. Ficou apenas 10 dias em cartaz em São Paulo, imagino que seja por causa da logística e também pela agenda apertada – a exposição vem rodando o mundo há 5 anos.

Festival des Métiers

Tive a oportunidade de visitá-la ontem e fiquei muito contente com a oportunidade de ver oito artesãos profissionais trabalhando ao vivo para os visitantes. Costureira, estampador, desenhista, pintora, joalheiro, marroquineiro… Todos estavam lá com suas ferramentas e equipamentos para mostrar os bastidores da produção da famosa maison francesa.

Festival des Métiers

Apesar da dica ser imperdível, restam poucas horas (e provavelmente muita fila) para que alguém que esteja lendo este post consiga se deslocar e chegar a tempo até lá e conferir.

Assim que decidi mostrar aqui no Superziper um outro lado da exposição: o das ferramentas!

Festival des Métiers

Enquanto todos os visitantes fotografavam tudo (principalmente o processo de estamparia em seda – o espaço mais concorrido), mudei meu olhar e passei a registrar momentos dos artesãos trabalhando com suas ferramentas e equipamentos.

E captei detalhes que talvez passavam desapercebidos, mas que para nós crafteiros soam como boas dicas. Porque não aprender e se inspirar com eles também?

DICA 1: Esteirinha de bambu
Adaptada para guardar (e transportar) uma infinidade de tipos e tamanhos de pincéis
Festival des Métiers

DICA 2: Pedaço de cortiça
Bem grosso, usado para espetar agulhas e ferramentas
Festival des Métiers

DICA 3: Alicate protegido
Pedaço de couro cobrindo a ponta da ferramenta, para dobrar e manipular peças sem deixar marcas. Reparem também no bloco de cera de abelha, usado para deixar o fio de costura mais firme e fácil de deslizar.
Festival des Métiers

DICA 4: Molde finalizado em acetato
O contorno do produto final em transparência é usado para o controle de qualidade da produção
Festival des Métiers

DICA 5: Bandeja de materiais
Apenas o suficiente fica na mesa de trabalho, e dentro de uma caixinha pequena, principalmente para quem trabalha com nanquim. Sem riscos! Reparem também no bloco de lixa, usado para afinar a ponta do lápis.
Festival des Métiers

DICA 6: Peso de papel
Um pedaço de metal é usado para segurar o papel na mesa de luz. Útil e necessário.
Festival des Métiers

DICA 7: Caixa com divisórias
Cada item no seu lugar: pregos, parafusos e metais do artesão que produzia selas de montaria.
Festival des Métiers

DICA 8: Ferramentas e peças pequenas
Massinha verde usada para segurar pequenas chaves de fenda em uso pela relojoeira. As peças diminutas ficam em tampinhas de plástico transparente para não se perderem na bancada.
Festival des Métiers

DICA 9: Diagrama de trabalho
Esquema de cores e peças impresso e pendurado com ímã na estrutura de metal. Fica bem posicionado na frente dos olhos para orientar e conduzir o trabalho de quem mexe com jóias e bijoux.
Festival des Métiers

DICA 10: Escova de dentes
Antes de jogar a sua fora, reaproveite. Aqui, a cabeça era usada para limpar e tirar sujeirinhas.
Festival des Métiers

DICA 11: Palito com ponta de borracha
Parecia um palito manicure, mas com uma ponteira de borracha. Ferramenta bem específica para a limpeza dos excessos na pintura de porcelana.
Festival des Métiers

DICA 12: Vidros e garrafas
Potes de geléia, garrafas de suco e outros vidros usados para armazenar quantidades menores de material de pintura.
Festival des Métiers

Muito legal ver no museu um ambiente de criação e trabalho manual. A matéria-prima com certeza é diferente, o produto final também. Mas no meio do caminho são profissionais que as vezes usam os mesmos truques na produção do que nós :)

Festival des Métiers

Para quem quer saber mais:
. Vídeo sobre a mostra na Vogue
. Galeria de fotos no Glamurama
. Matéria na Folha de S.Paulo
. Documentário ‘Hearts and Crafts’ de 2011 (áudio em francês com legendas em inglês)

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