31 ago 11
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Ideias com washi tape
por Andrea

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Quando estive no Japão há alguns anos fiz a rota das papelarias e lojas de materiais de artesanato. Hiperventilação constante e garantida. Numa destas conheci a washi tape, uma fita crepe adesiva feita de papel arroz. Foi amor a primeira vista! Na época, meu veredito foi que a washi  é um tipo de decotape evoluída, muito mais estilosa e versátil. Só fiquei triste de não ter acesso ao produto aqui no Brasil. Mas recentemente notei que as washis têm sido tema de post em vários blog legais lá de fora. Tomara que não demorem muito para chegar por aqui.

Eu estou encantada com as washi tapes por vários motivos:
* As cores e estampas são divinas e algumas vêm em larguras variadas (são 83 tipos, díficil escolher);
* Têm transparência do papel arroz, uma textura fina e delicada, que possibilita sobreposições de cores muito legais;
* São de papel e permitem que se escreva por cima delas, podem até virar etiquetas;
* São reposicionáveis e não deixam resíduo de cola (alô indecisas);

Possibilidades criativas infinitas à vista! Recentemente comprei alguns washis pela internet e  ainda recebi os dois sets acima direto do Japão, do fabricante mt masking tape – pioneiros nas fitas de papel arroz e com as estampas mais bonitas. Registrei alguns projetos para compartilhar aqui:

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O washi tape é muito versátil para criar embalagens personalizadas. Dá tanto para colar por cima do papel de presente como acrescentar pequenos detalhes a tags e cartões.

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Outro uso legal do washi tape é na decoração de ambientes. Eu colei washis verde limão e rosa choque no tampo da minha mesa. O resultado não é o que podemos chamar de discreto mas eu adorei. Tô numa fase flúor, perceberam?

Apliquei algumas também na capa do notebook. Desta vez deixei o neón de lado e usei as fitas do kit que ganhei da mt, com cores e larguras diferentes. Achei uma ótima sacada disponibilizarem estes kits prontos com combinações de cores e larguras mais inusitadas.

washi tape

E olha só, super dá para colar washi tape na parede, sem medo de ser feliz. Ela não deixa resíduo de cola e muito menos arranca tinta na hora da retirada. Para dar um toque de cor numa parede tediosa.

Onde ? Quanto ?

Encontrar a washi tapes aqui no Brasil ainda é um problema. Como tudo chega por aqui com impostos pesados de importação eu acho que ainda sai mais barato comprar pela Internet e esperar.

Encomendei algumas (a verde limão e a pink) por 4.5 doláres a unidade + frete na Omiyage lojinha da Marisa, que além de ser super simpática fala português. Ela tem um blog  e dá varias outras ideias de uso do washi tape. No Etsy também tem várias lojinhas que vendem masking tape e outras marcas, é so dar uma busca por ‘washi tape’.

Também achei as mt masking tape a R$ 27,0 a unidade  em São Paulo/Lapa na loja Amoreira. Acho que eles são os únicos que no momento vendem  as fitas washi tape por enquanto aqui no Brasil.

E vocês o que acharam das washis? Vontade de decorar tudo com fitinhas coloridas de papel arroz.

07 ago 11
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Terrários, mini jardins em vidro
por Andrea

Mini terrarios

Uma trabalho que chamou nossa atenção quando visitamos a feira de crafts Renegade Brooklyn foram os mini terrários. Eu adorei  o que vi pois simpatizo com terrários há bastante tempo. Para quem mora em apartamento nas grandes cidades pode ser uma maneira bacana de se  ter um verdinho em casa. E como precisam de pouca manutenção servem bem  para o grupo dos ‘sem jeito para lidar com plantas complicadas’ (1 membro).

Estes terrários aí de cima são da Twig  e têm a proposta de criarem paisagens em miniatura. Se vocês olharem com atenção dá para ver os micro personagens andando no meio dos musgos. Ao lado dos terrários da feira havia uma lupa self-service – uma ótima sacada.  Os mini mundos  foram ideia de duas amigas nova iorquinas que além de vender os terrários prontos também ensinam como fazê-los em casa.

Mini terrarios

Estes outros estavam à venda na loja Antropologie e são da The Slug and the Squirrel.  A proposta desta marca é usar combinações de containers de formatos diferentes além de plantas, pedras e troncos nas composições.

Mini terrarios

Esta suadeira nas paredes é normal e surge quando há alguma mudança brusca de temperatura no ambiente. Não é preciso regar os terrários  totalmente vedados  – a água que evapora acaba molhando de volta  as plantas e musgos. Já os terrários parcialmente vedados precisam de pouca água, algo do tipo uma vaporizada de 3 a 4 vezes *ao ano*.

Mini terrarios
Para fechar os recipientes vale usar conchas quebradas, rolhas e até bolinhas de gude de vidro colorido.

Mini terrarios
Nestes aqui usaram louças antigas e até copo virado de cabeça para baixo. Super dá para inventar um novo uso para aquelas xícaras que estão lascadas ou então garimpar louça usada em bazares/brechós.

O bacana é que cada terrário destes é uma peça única e exclusiva. Dá para brincar com o tamanho das louças e potes de vidro e criar combinações bem originais.

Mini terrarios

Será que esta onda de fazer terrários vai chegar logo por aqui ? Ou já chegou?

Se vocês curtiram a ideia e quiserem tentar fazer um em casa aqui tem um PAP legal de terrário costurado em plástico transparente e aqui outro de mini terrários de ímã para dar como (quem diria!)  lembrancinha.

Eu pessoalmente ainda prefiro os terrários montados em recipiente de vidro. Tentei fazer um em 2007 – um dos primeiros projetos que mostrei aqui do Superziper – mas não vingou por minha culpa, acho que reguei demais ou de menos : / . Mas já estou com vontade tentar novamente desta vez algo menor e usando uns vidros charmosinhos que guardei.

E vocês o que acham dos terrários? Já fizeram algum ? Me contem.

03 ago 11
outras técnicasoutros bla bla blasreciclagem
Um chaveiro para seu pai (ou para bike-lovers)
por Claudia

Chaveiro de corrente de bike

A gente continua gostando de tudo que tem a ver com bicicleta – até das partes que ninguém precisa mais. Aliás, reaproveitar coisas usadas é algo que adoramos fazer.

Achei na bancada do meu namorado um pedaço de corrente quebrado de bicicleta que ia pro lixo. Inconformada com o desperdício, aceitei o desafio de pensar em como dar um novo uso à ele. Como assim jogar fora? Alguma coisa ele tinha que virar. Pedi para ele dar uma limpada na graxa antes de eu manusear – dá para fazer isso usando gasolina ou querosene e uma escova de dentes velha (vocês já viram essa que fiz?). Saiu tudo mesmo, mas o cheiro fica por uns dias.

Um pedacinho de corrente seria suficiente para fazer um chaveiro bacana. A corrente é flexível e dá para brincar com ela, fazer formatos e desenhos imaginários. E um chaveiro de corrente fica bem masculino, achei que poderia ser uma boa lembrança para o Dia dos Pais que vem logo aí. Mas não pensem que é só coisa de menino – esse aí da foto já é o meu! E todo bike-lover vai adorar, certeza.

Reciclagem de corrente

Para fazer, é bem simples.

Separei alguns “gomos” da corrente já limpa e deixei as pontas em aberto, sem o pininho que junta os elos. Fechei as partes, uma na outra, passando pelo furinho uma argola simples de chaveiro. Só isso!

Nem todo mundo tem corrente sobrando em casa, mas é o tipo de coisa que você consegue super fácil em uma bicicletaria. Eles costuram jogar fora ou separam para dar para catadores de ferro velho. Mas se você pedir com gentileza e um sorriso, com certeza vão te dar . Peça também para que cortem do tamanho que precisa e deixar o último elo vazio. Dica, limpe a corrente com antecedência suficiente para o cheiro sair antes de dar o presente.

E se você gostar da brincadeira pode até comprar uma ferramenta de corrente, para abrir e fechar os pinos e cortar em tamanhos diferentes. Com isso você monta e desmonta as peças como quiser e pode brincar de inventar, a la professor Pardal.

Depois de fazer uns dez chaveiros iguais para distribuir entre amigos, ainda tenho uns pedaços sobrando em casa. Estou aceitando novas ideias para fazer com correntes de bike. Alguém ?

01 ago 11
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Cenas de uma oficina de Furoshiki
por Andrea

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Sábado participamos de um evento bacanérrimo, um encontro de blogueiras para marcar o lançamento do Intimus Days PH Balanceado.  Foi uma tarde toda voltada para feminilidades, com muito papo, comidinhas deliciosas e aulas super úteis. Teve um  jantar  de 30 minutos preparado em tempo real pela Dadivosa, ótimas dicas de manicure D.I.Y. com a Dani (pra quem faz a unha em casa, tipo eu) e make para dias de TPM com a Claudinha Stocco.

O tema da  nossa oficina foi o nosso queridinho Furoshiki. Ensinamos como se faz o nó quadrado e a bolsa de uma alça, tipo aquela que a cegonha carrega.

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Claudia em ação, mostrando como se dá o nó básico.

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Eu com uma das minha embalagens preferidas, a de garrafa, que vem com alcinha pra segurar.

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Tecidos à postos…

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…todas concentradas para dar o nó. We can do it!

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Algumas das embalagens para se fazer com tecido, sem costura, apenas nós e dobras.

Lembrando que qualquer tecido quadrado pode virar furoshiki. Desde o lenço Hermès (se você é muito chique) até o paninho  comprado na 25 de Março. Eu até  cortei  um lençol infantil em quadrados para transformá-lo em furoshiki. Tem pra todos os gostos e bolsos!

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Especialmente para as meninas que fizeram a oficina e tiveram um branco básico  quando chegaram em casa:

Aqui estão o video do nó quadrado e o da bolsa cegonha. E todos os nossos posts sobre furoshiki.

Super obrigada à Intimus e à Salve_ pelo convite . Queremos bis :)

 

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