12 mar 13
fashion
DIY Aplicando tachas e spikes
por Andrea

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Hoje o assunto é aplicação de tachas e spikes! Sim, estes apliques de metal já existiam nos armarinhos há um bom tempo mas ultimamente viraram febre. Todo mundo quer dar toques metálicos em roupas e acessórios. Achamos que é uma maneira super válida de dar uma alegrada a peças que já estão meio cansadas no armário. Aderimos!

Primeiramente, vale a pena falar que existem certos tecidos que facilitam a aplicação manual das taxas. O jeans é um deles pois é grosso e sustenta bem os penduricalhos. Blusinhas muito ‘molengas’ podem não aguentar o peso das tachas e ficarem repuxadas, sem caimento Camisetas de malha mais firme podem ser legais, dependendo da quantidade. Minha dica de primeira aplicação é mirar no jeans, pois não tem erro. Vale calça, jaqueta, camisa… A gente foi de shorts!

Como as tachas estão na moda, hoje existe hoje a opção de comprar um saquinho de tachas em armarinho ou usar um kit pronto, que vem em embalagem fofa e  com aplicador. Cada uma de nós testou um tipo, no estilo faça-você-mesmo, a aplicação de tachas. Quer ver?

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Opção ‘roots’ e baratinha: Pacote de 30 tachinhas sem marca, nos melhores armarinho

Estas tachas são do Bazar Odete de Santos. O pacote com 30 tachas saiu por apenas…. R$ 3,50! Mas já dá para encontrar fácil os saquinhos em armarinhos e lojas de aviamentos da 25, do Bom Retiro… Elas estão super na moda! Pergunte por spikes, tachas e rebites de aplicação manual pois existem também versões para aplicação com balancim.

1. Repare que cada tacha tem 4 ganchinhos. São eles que vãoprendê-la no tecido.

2 .Planeje bem antes de aplicar! Para manter a simetria nas aplicações em linhas retas, é  sempre legal colocar  primeiro uma tacha no meio da linha imaginária  e depois distribuir quantidades iguais de tachas nas metades.

3. Para fazer curvas e desenhos, marque pontinhos onde as tachas irão usando um lápis de cor clara (se o tecido for escuro) ou  próprio para tecido.

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4. Para aplicar a tacha basta, pressioná-la contra a trama do tecido. Ela deve furá-lo sem rasgar.

5. Hora de fechar as garrinhas. Com ajuda de um objeto como um alicate ou até um lápis velho, é so dobrar os 4 ganchinhos, um por um. Isso vai exigir uma certa forcinha na mão e é capaz dos seus dedos reclamarem depois de aplicarem meia dúzia de tachas.

6. Se errou o lugar da tacha, não tem problema. É so abrir os ganchos com uma pinça  e recolocá-la.

7.  Um detalhe final. Nosso shorts teve a barra lixada, para dar aquele aspecto desgastado.  Fica a dica extra!

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Opção conveniente e fofa : Kit de tachas Custom Easy

Este kit é um produtinho super prático feito especialmente para este tipo de customização rápida. A vantagem é basicamente o charme: vem com um aplicador rosa(!) e 50 tachas em cores (dourada, prata, rosé)  e formatos (redonda, quadrada, spike) a escolha. Achamos um produto bem conveniente. Porém achei o preço (R$ 22,00 na Renner) bem salgado! Me disseram que os grandes armarinhos também já têm o kit a um valor um pouco mais barato.

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A aplicação é igualmente  manual, como nas tachas roots. O aplicador rosa até ajuda um pouco mais na hora de fechar as garrinhas. Mas sério, eu achava que ele fechava as 4 garras de uma vez para a aplicação ser mais rápida. Nananinanão. Você tem que  encaixar cada uma garrinhas no centro do aplicador e empurrar, uma de cada vez.  Nada que que não possa ser feito perfeitamente com um alicate, né?

Mesmo assim acho que  o kit é simpático, pois é fácil de achar, vem com aplicador e embalagem fofa. Eu acho uma boa apresentação algo bem legal, principalmente para as novatas que estão se aventurando agora no mundo das customizações.

Vejam o resultado final das nossas duas aplicações:

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As tachas de armarinho do shorts da Cláudia (a esquerda)  e as minhas (a direita) do kit Custom Easy.  Já lavei o shorts e as tachas continuam lá, certinhas- tinha um certo receio que talvez sairiam na lavagem a máquina.

E então, alguém por ai já testou o kit de tachas? O que achou ? Vale a pena pela conveniência? Ou melhor ir no baratinho roots? Onde mais aplicariam suas tachinhas?

 

11 mar 13
casa craftreciclagem
PAP: mini-vaso de rolha
por Claudia

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Para comemorar o renascimento do meu Dremel – uma mini-furadeira para trabalhos manuais e afins – fiz este projeto de mini-vasinho de plantas usando rolhas. Provavelmente vi uma foto de algo assim no Pinterest e fiquei com a vontade na cabeça. Aliás, isso me lembrou de uma coluna que saiu na Folha esses dias (dica da Emy) sobre originalidade e plágio – leitura recomendada para quem curte esse papo sobre criação, criatividade e criptomnésia (lá ele explica o que é isso!).

Enfim, voltando. Mesmo quem não tem o Dremel pode fazer, não precisa se intimidar. Só vai precisar um pouco mais de tempo e habilidade. Eu usaria um estilete ou faquinha para cavar e depois uma lixa comum para dar o acabamento.

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Sobre a escolha das plantinhas, uma boa pedida é colocar as suculentas, que resistem melhor e se viram bem com pouca água – além das infinitas variações e tipos. Se você tem alguma em casa, dá para transplantar um pedacinho, elas normalmente criam raiz fácil. O vaso é tão pequeno que um galho já enche o espaço todo!

No meu par de vasinhos que vocês podem ver aqui na foto, usei outros tipos de plantas. Nada de especial. Busquei aquelas graminhas que nascem nos vasos das outras plantas sem serem convidadas, sabem? Algumas são bem bonitinhas, outras meio pragas, sempre reparo nelas. Afastei a terra com um palito, para não machucar a raiz e replantei no novo vaso. Imagino até que por serem assim invasivas, elas terão boas chances de se adaptar bem ao novo ambiente! Vamos ver.

Bem, é só isso, fácil assim! Se não tiver nenhuma rolha guardada na gaveta, taí um motivo para abrir um vinho hoje à noite :)

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09 mar 13
outros bla bla blas
Martha Stewart nos Simpsons
por Claudia

Martha Stewart nos Simpsons

Ok, ok, a “notícia” é velha (fim de 2010), mas tenho certeza de que nem todo mundo viu na época. Eu mesma só descobri recentemente que a Martha Stewart teve uma participação especial em um episódio dos Simpsons.

Para quem quiser procurar, o nome do episódio é “The Fight Before Christmas”, da temporada 22 (episódio 8). Boa dica pra animar o fim de semana!

O programa tem uns 21 minutos e a Martha aparece lá pelo minuto 13. É Natal, e Marge Simpson precisa de uma ajuda para deixar a casa em clima de festa. Sem saber mais o que fazer, escreve uma cartinha e a Martha aparece em Springfield com suas habilidades para dar um toque especial na casa da família Simpsons.

Martha Stewart nos Simpsons

Ah… e tem mais um bônus – Simpsons sempre vêm recheado de referências, né? No começo deste episódio, Lisa Simpson tem um pesadelo em que sua mãe é convocada para a guerra. Enquanto isso, seu pai, Homer, fica nos EUA trabalhando em uma fábrica, em uma clara inversão de papéis. Olha ele aí fantasiado de Rosie Riveter, muito bom!

Martha Stewart nos Simpsons

07 mar 13
outros bla bla blas
Se quebrou, tem quem conserte (ainda!)
por Claudia

Este é um post de desabafo, alegria e compartilhamento de uma descoberta – não confundam com post patrocinado!

dremel consertado!

Eu sou daquelas que usa as coisas até o final, até gastar, até acabar. E quando a roupa, utensílio ou objeto perde sua vida útil, eu ainda gosto de por a cabeça para pensar e ver dali sai uma nova utilidade. Tem aí um pouco de carinho pelas coisas que escolho, consciência ambiental e desafio criativo (na última etapa).

Eletroeletrônicos quebram (muitas vezes beeem antes da hora – vale ler sobre obsolescência programada), a gente sabe! Mas quando isso acontece, está cada vez mais difícil de achar quem conserte as coisas. Como meu caso teve um final feliz, divido a dica com vocês. Vejam!

Faz uns dois anos comprei um Dremel sem fio – é como uma mini-furadeira com brocas e pontas que podem ser trocadas, ferramenta super parceira e companheira para vários projetos aqui do Superziper. Como a minha é sem fio, ela veio com uma fonte que eu coloco na tomada para recarregar a bateria. Isso sempre funcionou bem até que… eu mudei de casa e, em um ato distraído, explodi a fonte colocando-a para carregar em uma tomada 220v (não identificada), e ela era somente 110v.

Resultado? Medi todas as tomadas da casa e coloquei etiquetas de voltagem, pra não acontecer de novo, né? E também penei em uma busca que durou meses, indo atrás de peças de substituição, assistências técnicas ou lugares que pudessem reparar a fonte do Dremel.

Em resumo: o fabricante não conserta a peça, não vende avulsa e a fonte vem vedada de fábrica. Antigamente essas e outros componentes eram fechadas com parafusos – eu me lembro, porque desde criança via meu pai abrindo as coisas e mexendo nos fios. Mas agora, se estragou, é para jogar fora mesmo. O negócio veio grudado de uma forma que mesmo querendo, não consegui abrir para ver o tamanho do estrago. Ou seja, uma mentalidade de que “se quebrou, é para jogar fora mesmo”. Horrível…

E detalhe que este produto justamente é feito para aquelas pessoas que gostam de colocar a mão na massa, que curtem consertar, mexer, fuçar. Pois bem… Teimosa que sou, continuei a busca.

Pela internet, achei a fonte para vender no Ebay e na Amazon, mas o preço do frete inviabilizava totalmente a compra.

Então resolvi andar pelo bairro, procurando lojinhas de assistência, técnicos e pessoal de lojas de ferramentas. E se tivesse um café conserto em São Paulo eu teria ido. Enfim, levei vários nãos e depois também ouvia um lamento de como essas coisas são hoje em dia. Na visita à Casa das 3 Meninas, alguém comentou sobre um lugar na Santa Ifigênia que montava fontes, assim, do zero. Corri pra lá, mesmo sem nomes e referências, e fui atrás dessa tal loja. Falei com um, com outro, e no fim me indicaram a Nodaji, uma loja de fontes, que também têm no primeiro andar uma área de assistência técnica. Deixei a peça lá com eles para avaliação e orçamento. A boa notícia é que em uma semana me ligaram dizendo que dava para arrumar e custaria 20 reais!

Como muita gente passa por aqui e pode ter algo encostado em casa, faço questão de compartilhar esta descoberta. Se eu soubesse antes, teria me poupado um tempão e encurtaria o tempo que o Dremel ficou encostado sem uso. Lá na loja vi muita gente levando fonte de notebook para arrumar – senão me engano isso eles consertavam na hora mesmo.

Nem preciso dizer da alegria de ter meu Dremel de volta funcionando. Comemorem também porque tem vários projetos prontos para desengavetar. Semana que vem vou mostrar um mini-vaso para suculentas, aguardem!

Fogão ajustado

Aproveitando a seção “alguém sabe como consertar”, quando me mudei para essa casa, tinha um fogão Brastemp dos anos 70 – esse aí da foto, reparem no logo do esquimó, direto da infância! Chamei uma assistência técnica, a Ressu-gaz, para dar ver se estava tudo ok, dar uma calibrada nas bocas, saídas de gás, etc. O senhor que me atendeu era muito experiente e foi fantástico. Já estava com medo que ele viesse com aqueles papos de que ‘isso era coisa velha, que já existiam fogões mais modernos e melhores, que esse era ultrapassado’. Mas aconteceu justamente o contrário. Ele desparafusou a tampa com prazer e disse que dava gosto de arrumar eletrodomésticos antigos. “Esses sim duram!”.

Serviço:
- Nodaji (fontes), Santa Ifigência, São Paulo, SP. Site: www.nodaji.com.br
- Ressu-gaz (fogões e aquecedores), Santa Cecília, São Paulo, SP. Site: www.ressugas.com.br

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